Hoje, ao acordar, lembrei-me do vazio que ocupou o espaço que você deixou, ao não me levar contigo. Notei a ausência das tuas mãos que me traziam lenitivo em momentos de angústia. Pensei sobre mãos que se entrelaçam diante do altar, numa prece suprema, com o sim. "Até que a morte os separe", no riso e na dor também.
(Como é bom pensar em você)
Jairo Borges
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