quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
domingo, 28 de janeiro de 2018
SERTÃO!
Um mundo sem definição,
fica praquelas bandas de lá.
Mais precisamente acolá,
onde a chuva faz nossa alegria,
cada pingo d'água que cai é uma poesia.
Sertão que nos trás recordação
Da chuva banhando o telhado
Do cheiro cheiroso do chão molhado...
Do pássaro alegrando a gente,
Do sapo contando contente.
Da cachoeira zuando
Da tanajura voando,
Do relâmpago clareando
Do trovão esbravejando.
Do pirilampo acendendo o facho seu
Procurando na escuridão o amor que perdeu.
Jairo Borges.
Um mundo sem definição,
fica praquelas bandas de lá.
Mais precisamente acolá,
onde a chuva faz nossa alegria,
cada pingo d'água que cai é uma poesia.
Sertão que nos trás recordação
Da chuva banhando o telhado
Do cheiro cheiroso do chão molhado...
Do pássaro alegrando a gente,
Do sapo contando contente.
Da cachoeira zuando
Da tanajura voando,
Do relâmpago clareando
Do trovão esbravejando.
Do pirilampo acendendo o facho seu
Procurando na escuridão o amor que perdeu.
Jairo Borges.
A poesia
A poesia está no romper da aurora,
assim como acontece agora .
Está no amanhecer do dia,
Está no pássaro entoando sua melodia.
Está também no silêncio profundo,
Donde Deus poderoso ,comanda o mundo,
Está ainda em mim e também em você
Que repara o quão belo é o amanhecer,
Está aqui no meu sertão trigueiro
Lugar do meu amor primeiro.
Jairo Borges.
A poesia está no romper da aurora,
assim como acontece agora .
Está no amanhecer do dia,
Está no pássaro entoando sua melodia.
Está também no silêncio profundo,
Donde Deus poderoso ,comanda o mundo,
Está ainda em mim e também em você
Que repara o quão belo é o amanhecer,
Está aqui no meu sertão trigueiro
Lugar do meu amor primeiro.
Jairo Borges.
sábado, 27 de janeiro de 2018
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