Vou escrever poemas
Sem queixas ou dilemas,
Vou levar para você um diadema,
Sem murmuria ou sem pena.
Não sei se estou fazendo para aquela moça criança
Que me comove e atormenta em lembranças.
Ou para ti ingênua e crescida menininha,
Sendo carente tambem és mimadinha.
Ah! assim era você parece que estou vendo,
Aqueles olhinhos implorando me querendo,
Nada sei do teu amanha quem diria,
Sei apenas que o nome dela era Maria.
Eu não fui o teu ontem, também não posso afirmar que serei teu amanhã. Contudo posso te assegurar que eu e você somos uma incógnita no nosso hoje.
Que fim maria levou
Se alguém sabe por favor,
Informe a mim seu paradeiro,
Correndo serei o primeiro,
Vou te saudar
É só esperar.
Jairo Borges
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